Voz de Angola

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Eduardo Futila é licenciado em Comunicação e Ciências Sociais é Administrador do Canal de Noticias Voz de Angola

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O presidente do MPLA e ex-chefe de Estado angolano, José Eduardo dos Santos, confirmou hoje que deixa a vida política em 2018 por vontade própria, argumentando que “tudo o que tem um começo tem um fim”.

O ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal desmentiu hoje "em absoluto" que as autoridades políticas portuguesas tenham exercido pressão política para que a justiça decidisse enviar o processo do ex-vice-Presidente angolano para Luanda, como afirmou a eurodeputada socialista Ana Gomes.

Companhia garante que os passageiros com bilhetes já adquiridos para voos a realizar após a data da suspensão da ligação "receberão um reembolso total ou poderão ser remarcados"

O Banco Angolano de Investimentos (BAI) vai financiar com 15 mil milhões de kwanzas (64,3 milhões de dolares) a aquisição de alimentos para os polícias e militares angolanos, segundo uma autorização presidencial a que a Lusa teve hoje acesso.

Os mais de 2.000 professores da província angolana do Huambo com salário suspenso decidiram avançar para uma greve interpolada a 30 e 31 de maio e a 14 e 15 de junho, em protesto contra a medida do Ministério das Finanças.

A UNITA defendeu hoje, quarta-feira, na província do Huambo, a necessidade do Governo financiar as campanhas eleitorais para as autarquias, assim como a cedência de tempos de antena nos órgãos públicos de comunicação social.

O preço para comprar divisas nas ruas de Luanda está em queda, após dois meses sem alterações, o período de maior estabilidade desde a crise cambial no país, e em sentido contrário à contínua depreciação oficial do kwanza angolano.

O Banco Nacional de Angola (BNA) anunciou um plano para regularizar até junho as transferências em atraso, para pagamento de bens e serviços ao exterior, licenciadas antes de 2018, embora sem adiantar os montantes em causa.

A Central Geral de Sindicatos Independentes e Livres de Angola (CGSILA) exigiu ao Governo angolano uma "auditoria interna e externa" ao Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) para aferir a "gestão dos recursos dos últimos 16 anos".

O Presidente angolano pediu hoje uma mudança radical na gestão do Ministério das Relações Exteriores, que para racionalizar recursos vai reduzir as missões diplomáticas e consulares, bem como o pessoal que nelas trabalha.