Voz de Angola

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Manuel Eduardo Futila é jornalista licenciado em Comunicação e relações internacionais é editor da Voz de Angola

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eduardofutila@vozdeangola.com

 

A exumação e inumação dos restos mortais do líder fundador da UNITA, Jonas Malheiro Savimbi, morto em combate em 2002, podem ocorrer este ano, segundo o Presidente da organização partidária, Isaías Samakuva.

Os chefes de Estado que participaram hoje na mini-cimeira de Luanda solicitaram aos homólogos das regiões Central, Austral e dos Grandes Lagos em África o envolvimento pessoal na resolução dos conflitos políticos e militares que afetam a região.

A justiça angolana condenou hoje quatro militares pela morte de um menor, que protestava contra a demolição da casa dos pais, em 2006, em Luanda.

O kwanza angolano voltou a sofrer uma desvalorização, desta vez de quase 1,669%, face ao euro, já acumula perdas de 40,9 por cento do seu valor face à moeda europeia, resultado do leilão de divisas realizado segunda-feira pelo Banco Nacional de Angola (BNA), que colocou no mercado primário 35 milhões de euros.

A gestão do mercado do KM30 é da inteira responsabilidade da Administração Municipal de Viana, até provas em contrário, e não da cidadã Cidália Cambinda que nunca apresentou documentos que atestassem a titularidade do espaço, disse Carlos Alberto Cavuquila.

O porta-voz da UNITA, Alcides Sakala Simões, saudou, terça-feira, a iniciativa de retoma do processo de exumação e inumação dos restos mortais do fundador do partido, Jonas Savimbi.

A difusão de um novo vídeo, que mostra a execução de uma dezena de pessoas por alegados soldados camaroneses, reacendeu a polémica sobre a atuação das forças armadas dos Camarões.

O Governo angolano continua a apurar a dívida aos docentes universitários, que segundo o sindicato do setor é superior a 3.000 milhões de kwanzas (mais de 11 milhões de euros), disse hoje a ministra da tutela.

O Governo angolano vai contabilizar, a partir de dezembro, os refugiados e requerentes de asilo em Angola, estimados em cerca de 70.000, numa parceria com organizações não-governamentais, indicou hoje fonte oficial.

Enquanto os cidadãos expatriados envolvidos na alegada linha de financiamento internacional de 50 mil milhões de dólares procuravam “facturar” em detrimento de altos funcionários do Governo, o sub-chefe da Polícia Nacional Cristinan Albano viu neles e nas pessoas que se juntaram a eles uma oportunidade para amealhar alguns valores.