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Manuel Eduardo Futila é jornalista licenciado em Comunicação e relações internacionais é editor da Voz de Angola

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eduardofutila@vozdeangola.com

 

O músico angolano Jacinto Tchipa garantiu nesta quarta-feira, em Luanda, estar bem de saúde, contrariando informações postas a circular nas redes sociais sobre o agravamento do seu estado clínico.

A moeda angolana se desvalorizou este ano 47,734% face à europeia e 46,504% frente à norte-americana, apesar de se manter estável há cerca de dois meses, segundo os dados hoje apresentados pelo Banco Nacional de Angola (BNA).

Um sindicato bancário vai financiar, com mais de 53 milhões de euros, o desenvolvimento de uma solução informática para as Forças Armadas Angolanas, a cargo do grupo português Reditus.

O Movimento dos Estudantes Angolanos (MEA) anunciou hoje uma marcha de protesto, agendada para quinta-feira, contra os 4.000 kwanzas cobrados para inscrições na Universidade Agostinho Neto (UAN), defendendo "redução da taxa exorbitante para 1.000 kwanzas".

A petrolífera estatal Sonangol não vai distribuir os dividendos do exercício de 2017 devido aos prejuízos acumulados de anos anteriores, que ascendiam, no final do ano passado, a mais de 2.100 milhões de euros.

A prática da corrupção em Angola foi considerada hoje, sexta-feira, na cidade do Huambo, como um dos maiores obstáculos para o exercício da democracia.

O vice-Presidente de Angola considerou hoje "excessivos" os argumentos sobre a "inexistência, em absoluto, de mecanismos de fiscalização" dos deputados aos atos do Governo, afirmando que a Lei Orgânica do parlamento "consagra 30 artigos a propósito".

O ativista e jornalista angolano, Rafael Marques, defendeu hoje a "inventariação" dos fundos "desviados do Estado" que se encontram em Angola, para devolução ao património público, no âmbito do processo de combate à corrupção e repatriamento de capitais.

A má gestão e planificação dos agentes de saúde tem provocado a escassez de medicamentos nas unidades sanitárias da província do Cunene, afirmou quinta-feira última o governador provincial, Virgílio Tyova.

O Governo angolano prevê gastar mais de 260 milhões de euros com a requalificação, nos próximos dois anos, da vila e do santuário da Muxima, empreitadas que envolvem as construtoras de origem portuguesa Somague e Casais.