Voz de Angola

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Manuel Eduardo Futila é jornalista licenciado em Comunicação e relações internacionais é editor da Voz de Angola

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eduardofutila@vozdeangola.com

 

O parlamento angolano aprovou hoje na globalidade e por unanimidade a Lei das Condecorações Militares das Forças Armadas Angolanas (FAA), que cria oito medalhas como forma de "incentivo à carreira militar" e ainda "condecorações a título póstumo".

Catorze agências do Banco de Poupança e Créditos (BPC) foram encerradas em algumas províncias do país, no quadro do processo de reestruturação que decorre na instituição, afirmou hoje, no Lubango, o presidente do conselho de administração do Banco, Alcides Safeca.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) angolana anunciou hoje que vai investigar as denúncias sobre "despesas não justificadas" de até 30.000 milhões de kwanzas (115 milhões de dolares) apresentadas pelos extintos ministérios das Obras Públicas e Construção.

O presidente em exercício, Joseph Kabila, finalmente decidiu não concorrer a um terceiro mandato, de acordo com a Constituição, para a eleição presidencial marcada para 23 de dezembro.

O Governo são-tomense garantiu hoje que impediu uma "ação terrorista" que visava o sequestro do Presidente da República, do presidente da Assembleia Nacional e a eliminação física do primeiro-ministro e chefe do Governo.

O Presidente de Angola, João Lourenço, criou, por decreto, um grupo de trabalho que tem 60 dias para criar um plano para melhorar a imagem institucional do Governo.

O membro do Conselho da República de Angola Fernando Pacheco considerou hoje "não ser sensata" a ideia de criar simultaneamente o poder autárquico em todo o país, defendendo um "ensaio inicial" em alguns municípios para se "acautelar eventuais problemas".

O câmbio flutuante do kwanza e o aumento dos custos operacionais estão na origem da recente subida nominal dos preços das passagens aéreas para os voos internacionais da companhia aérea angolana TAAG, indicou o porta-voz da empresa.

Vários produtos portugueses estão incluídos numa lista que a Associação Angolana dos Direitos do Consumidor (AADIC) pediu para que fossem retirados de circulação ou verificada a proveniência, uma vez que detetou datas de fabrico e de caducidade aparentemente falsificadas.

Cerca de 61.000 praticantes da medicina tradicional em Angola ainda exercem a atividade "sem qualquer normativo", admitiu hoje o presidente Câmara Profissional dos Terapeutas de Medicina Tradicional em Angola, Kitoko Mayavangua, defendendo a aprovação de um diploma legal.