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Manuel Eduardo Futila é jornalista licenciado em Comunicação e relações internacionais é editor da Voz de Angola

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eduardofutila@vozdeangola.com

 

Os novos tribunais da Relação de Luanda e de Benguela, os primeiros do género em Angola, vão contar com um quadro de 19 juízes desembargadores, cada um, segundo o concurso lançado pelo Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ) angolano.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) de Angola anunciou hoje a criação de um "gabinete específico" para o acompanhamento do processo de repatriamento coercivo de capitais e recuperação de ativos do Estado, prometendo "afinar" a cooperação judiciária internacional.

O Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) de Angola anunciou hoje que os trabalhadores angolanos vão deixar de descontar a partir do salário base passando a incidência dos descontos para o vencimento líquido.

Um jovem de 18 anos de idade foi morto a paulada por um amigo durante uma festa de Natal, no município dos Luchazes, província do Moxico, por se recusar a contribuir com dois mil kwanzas para compra de bebidas alcoólicas.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) de Angola assegurou hoje que para o processo de repatriamento coercivo de capitais, cujo "período de graça" termina hoje, vai contar com a colaboração dos países com os quais Angola tem cooperação judiciária.

A intervenção do Estado no Banco Angolano de Negócios e Comércio (BANC), iniciada a 26 de junho devido à sua situação patrimonial e de liquidez, vai ser prorrogada por 90 dias, anunciou hoje o Banco Nacional de Angola.

O recenseamento militar dos nacionais do sexo masculino, nascidos de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro de 2001, inicia a 4 de Janeiro próximo em todo o país e nas representações diplomáticas de Angola no estrangeiro.

A polícia angolana anunciou hoje a detenção de dois "falsos polícias" que, durante horas, fizeram refém uma cidadã de 55 anos, na sua residência, em Luanda, para lhe extorquirem mais de 2 milhões de kwanzas (5.600 euros).

Pelo menos 11 pastores foram detidos na província angolana de Cabinda, acusados da prática de "crime de desobediência", por realizarem de forma "deliberada e reincidente" cultos em "igrejas ilegais" anteriormente encerradas pelas autoridades, disse hoje fonte policial.

Dez pessoas são acusadas de tentarem burlar o Estado em cerca de 50 mil milhões de dólares