Angola encontra-se num momento de grande responsabilidade. O assunto da execução sumária nas rios por agentes da SIC, presentemente debatida por nós nas redes sociais, não pode ser tomado como um mero assunto de conversa de grupos, uma visão pessoal de cada um, nem o direito penal angolano, nem mesmo a carta magna angolana atentam para apagar a vida à vista de todos, isso sobra – nos, a sorte da expressão que dita a violação dos direitos do homem:

Com a aprovação pelo Parlamento, quinta-feira, da Lei de Repatriamento de Recursos Financeiros, Angola deu o primeiro passo importante na mobilização de capitais detidos por nacionais além fronteiras para apoiar o relançamento da economia.

O combate à corrupção tem implicações económicas mas é uma luta por valores de que não se deve abdicar. Este caso evidencia como tal luta pode soçobrar quando depara com interesses que falam mais alto

Setembro passará a se estabelecer como uma marca cimeira no seio do MPLA, em virtude do líder que deu tudo quanto autenticou como vida que marcou a sua existência enquanto jovem, adulto e até mesmo idoso, tudo, mas tudo, entregue na satisfação dos interesses cimeiros dos angolanos, da Pátria e do MPLA. Há-de ausentar-se de maneira ininterrupto da Presidência do MPLA, aquele que determinou o encontro com um novo sentido do tempo em Angola, determinando o fim das calamidades geopolíticas que marcaram o passado do país.

A União Nacional para Independência Total de Angola (UNITA), maior partido na oposição angolana, lamentou hoje a morte de Afonso Dhlakama, presidente da Renamo, considerando-o "fator decisivo para mudanças políticas importantes" em Moçambique.

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