Voz de Angola

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Manuel Eduardo Futila é jornalista licenciado em Comunicação e relações internacionais é editor da Voz de Angola

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eduardofutila@vozdeangola.com

 

O Presidente da República, João Lourenço, exonerou hoje, em Luanda, o vice-governador da província do Huambo para os Serviços Técnicos e Infra-Estruturas, Calunga Francisco Zagi Quissanga, nomeado para o cargo em Outubro de 2017.

O diretor do semanário angolano Expansão, Carlos Carvalho, acredita que o apoio do FMI foi uma boa escolha, facto que "trouxe credibilidade ao país".

O Executivo angolano solicitou o ajustamento do programa de apoio do Fundo Monetário Internacional (FMI), adicionando-se ao mesmo uma componente de financiamento.

O Ministério da Saúde de Angola lança, terça-feira, o concurso público com 7.667 vagas para o ingresso, promoções e atualizações de carreira, número que ainda não mitiga o défice 28 mil médicos no país.

Um cidadão de nome Rafael Longiya matou, ontem à facada, no bairro do Canhe, arredores da cidade do Huambo, o pai ,um ancião de 70 anos, por o ter impedido de apropriar-se do seu ordenado de reformado, negando-lhe o pedido para entregar o cartão multicaixa.

O Governo angolano relançou hoje a segunda fase de construção da zona sudeste da via Marginal de Luanda, troço Praia do Bispo/Corimba, que durará 18 meses e custará mais de 142 milhões de dólares (123 milhões de euros).

A UNITA reconheceu hoje, "com muita gratidão", a "grande contribuição" do antigo secretário-geral da ONU Kofi Annan, que morreu no sábado, "na procura de diálogo entre angolanos então desavindos por décadas de um conflito sangrento".

O Banco Nacional de Angola (BNA) considerou hoje "improcedente e lesiva" a exigência de alguns bancos comerciais aos clientes, nomeadamente a constituição de depósitos adicionais com fundos frescos como condição prévia para realizar operações de venda de divisas.

O ministro da Construção e Obras Públicas de Angola considerou hoje a marcha de protesto dos trabalhadores da empresa angolana de pontes, sem salários há 57 meses, como "sinal de democratização" do país, garantindo "trabalhos" para liquidar os atrasados.

A batalha de Cuito Cuanavale, foi a maior batalha em África até ao momento, uma batalha onde estavam inseridas a acção das superpotências Universais na altura, essa batalha tem uma magnitude que supera todos os confrontos ocorridos em Angola e na África até aos nossos dias, tendo ocorrida entre 15 de novembro de 1987 e 23 de março de 1988.

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