A ministra das Finanças de Angola enviou na semana passada uma carta à Presidência da República para alertar os governantes sobre a necessidade de seguirem as regras da contratação pública e evitar os ajustes diretos.
Muito se tem falado em relação aos marimbondos, o que fizeram, o quanto adquiriram, onde investiram e porquê que assim o fizeram, deixando inclusive que negócios que se tinham como garantidos passaram para terceiras pessoas em vez do MPLA através da GEFI, que poderia muito bem ter o monopólio, senão do comércio, mas pelo menos a nível de grandes superfícies comerciais.
Os nove economistas consultados regularmente pela agência de informação financeira Bloomberg reviram a previsão de crescimento de 1,3% para este ano em Angola, e estimam agora uma recessão de 0,4%, a sexta consecutiva.
A ministra das Finanças de Angola, Vera Daves de Sousa, considera o orçamento de Angola para 2022 “equilibrado”, mas admite que ainda não tem o nível de despesa que o governo gostaria.
A classe da alimentação e bebidas não alcoólicas com 2,4%, segundo o IPCN, foi a que registou o maior aumento de preços.
O Governo angolano deverá investir mais de 445,5 milhões de dólares (392,3 milhões de euros) para a construção de 21 centros logísticos, até 2038, para minimizar os desafios do transporte de mercadorias, ainda muito dependente do transporte rodoviário.
A ministra das Finanças, Vera Daves de Sousa, reafirmou, esta segunda-feira (15), a intenção do Governo em aumentar os os salários da Função Pública no próximo ano.
O ministro dos Transportes angolano, Ricardo Viegas d’Abreu, disse hoje, em Luanda, que Angola está apostada na finalização de um “conjunto de reformas estruturais” na área da atividade portuária, nomeadamente na “criação da Agência Marítima Nacional”.
Mais de três biliões Kz (5 mil milhões USD) são para pagar juros da dívida e 6,5 biliões Kz (10,8 mil milhões USD) para amortização de dívida de curto, médio e longo prazo. Má despesa cresce 33% e boa despesa aumenta 13%. Defesa, de João Ernesto dos Santos, Interior de Eugênio Laborinho e Transportes de Ricardo de Abreu estão no pódio dos órgãos que mais recebem dinheiros públicos. Hélder Pitta Grós gere o órgão com menos verbas.
Militante convicto do MPLA, mas crítico de algumas opções do Governo, em especial das privatizações, Francisco Viana é favorável à alternância democrática, porque só entende que ninguém deve ficar eternamente no poder e sente que o partido está esgotado.