Funcionários das empresas públicas de comunicação social ou sob tutela do Estado em Angola decidiram retomar a greve convocada em 2025, para exigir progressões na carreira, foi hoje anunciado.
Oficiais de justiça de Angola prometeram hoje avançar com uma marcha de repúdio contra a falta de respostas às suas reivindicações, um mês após o fim da primeira fase da greve, lamentando o "silêncio absoluto" do patronato.
O Sindicato dos Oficiais de Justiça de Angola (SOJA) lamentou hoje o silêncio da tutela e promete avançar para a segunda fase da greve, prevista para o próximo ano, de forma "mais abrangente e com maior impacto nacional".
Os oficiais de justiça angolanos anunciaram hoje uma greve geral a partir da próxima segunda-feira para exigir aprovação do estatuto remuneratório, melhores condições laborais e reposição de subsídios, lamentando o silêncio do Governo.
Os trabalhadores das empresas públicas de comunicação social ou sob tutela do Estado em Angola decidiram hoje avançar para uma greve geral interpolada, com a primeira fase já na próxima semana, exigindo um aumento salarial de 58%.
Centrais sindicais angolanas anunciaram hoje uma greve geral na função pública para março, considerando que o Governo “fez ouvidos de mercador” e “menosprezou” a proposta de aumento salarial na ordem dos 250%.
O Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos de Angola considerou ilegal a greve liderada pelo Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJA) iniciada nesta segunda-feira, 24.
O secretário-geral do Sindicato dos Oficiais de Justiça de Angola (SOJA) disse que a greve arrancou hoje em todo o território nacional, com 100% de adesão, com alguns casos de alegadas intimidações.
"A greve teve início hoje às 08:00 da manhã, a nível nacional, com 100% de adesão, sem nenhum pronunciamento da entidade patronal até ao presente momento", referiu Joaquim de Brito Teixeira.
O Sindicato dos Oficiais de Justiça de Angola (SOJA) disse hoje que o Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ) rejeitou o seu comunicado de greve, com início previsto para 20 de março, lamentando a posição daquele órgão.
A UNITA, principal partido da oposição angolana, manifestou hoje preocupação com as greves de várias classes profissionais, pedindo mais atenção do executivo para os problemas dos trabalhadores