Jlo entrará na história pela primeira vez como o único presidente que conseguiu parar o país por falta de combustíveis desde 1975

Rostos completamente afligidos, fileiras enormes de viaturas como se fosse uma manada de leopardo em busca de água nos rios. A falta excessiva de combustíveis no País deixou o País de rastos, totalmente abandonado na tristeza.

 Acumula – se à esse desastre a falta excessiva de taxis para os que têm do tax, o único remédio para curar a dor da distância.

O país parou, ficou só, completamente em desastre. Depois de mais de 40 anos de independência nacional, hoje Angola deixou – se de joelho perante a escassez do líquido que mais tem produzido para exportar para o mundo inteiro, aliás, Angola vive do petróleo, que não tem para consumo próprio. A escassez crónica de divisas, deixou o País de mãos atadas, sem forma alguma para dispor de combustíveis para as bombas. De acordo com o relatório da Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP) a produção angolana de petróleo cifrou-se em 1,521 milhões de barris por dia em 2018, em Novembro, fazendo de Angola o segundo maior produtor de petróleo em África depois da Nigéria. Pela ironia do destino, apesar de Angola ser a segunda maior produtora de Petróleo em África, suas bombas estão completamente vazias de combustíveis, não se sabe encontrar nem uma gota de gasolina ou gasóleo nas bombas de combustível no País todo.

O País que JLO dirige corre à um desastre inadiável, rumo à um afundamento da dimensão do naufrágio do RMS Titanic que ocorreu entre a noite de 14 de abril até à manhã de 15 de abril de 1912 no Atlântico Norte, dois anos após JLO ter controlado todos os poderes nacionais, até o poder do MPLA, JLO não está a encontrar estratégias inteligentes para gerir a nação que dirige. Se JLO não redefinir suas estratégias de Governo, afundará de uma vez por todas esse navio, que já anda preste à bater num icebergue, como se diz na gínira: quem fala assim, não é gago.

Desde 1975 até 2017, o País nunca parou por falta de combustível nas bombas, ou seja, nunca sentiu – se tanta escassez de combustível em Angola para ter um País que tenha de parar por completo. Em 2002, Angola emergia da guerra civil, onde os actos de escassez e de falência económica sentiam – se em tudo, todavia, a anterior gestão, nunca permitiu que o povo pudesse sofrer da maneira como hoje sofre, ao ponto de haver pessoas a pernoitarem nas bombas por escassez de combustível.

Nunca vimos uma Angola parada por escassez de combustível, desde que esta tornou – se independente. As promessas de João Lourenço de transformar Lobito em Texas, de aumentar a qualidade de vida do cidadão, de resolver os problemas do povo angolano, de fornecer 500 mil empregos, são actos de liberdade política que visaram convencer apenas o eleitorado, e, pertencem mais ao domínio do sonho que da liberdade, o vírus destruidor da qualidade de vida do povo angolano, encontra um terreno fértil no Governo de JLO para expandir os seus transtornos mórbidos. O acesso à qualidade de vida em Angola, longe de se reforçar, entorpece – se.  Reza a constituição angolana que a dignidade à vida é um direito constitucional, pela ironia do destino, em Angola, não há dignidade alguma na vida do povo sofredor – mor, que canonizou – se à conjugar o verbo sofrer em todos os tempos até ao gerúndio, enquanto isso, JLO e seus familiares estão a se tornar podres de riquezas que colhem do País que governa Lourenço, Edith Lourenço e demais irmãos, são exemplos em carne viva.

Em vão, o povo angolano, queixa – se do sofrimento e da anarquia governativa de JLO em que vive o povo angolano, à mercê de uma era completamente desastrosa: que em vez de soluções traz problemas; raramente os anseios do povo se ouvem na Assembleia Nacional.

Inacreditável. Ninguém dá ouvido ao povo angolano. Ricos cada vez mais ricos, pobres cada vez mais pobres: Angola é a terra da rusticidade social. Deputados gordos como nunca, em carros de luxo (Lexus, Mercedez, Infinit, Patrol, Jaguar, etc) a exibirem as suas sirenes nas estradas como se fossem os únicos com direito à boa vida em Angola, enquanto isso, o povo sofre pior que um cão abandonado, nem sequer um cão na Europa, sofre quanto sofre o povo angolano hoje, no governo de Lourenço, com deputados cada vez mais gordos, e o povo cada vez mais esquecido e magro, perdidos na penumbra do esquecimento, num País, onde só tem valor quem tem dinheiro ou outra coisa.  

Os deputados angolanos, somente sabem defender os seus interesses (o pão), o povo ficou esquecido no mar do sofrimento, ninguém trata de acudir os problemas sociais vincados à actualidade, vive – se do adágio social hoje: cada um por si, Deus para todos. JLO esbanja tanto dinheiro do Tesouro, leva a vida toda a fazer viagens, a reforçar as forças armadas com novo equipamento militar de grande potencialidade, enquanto isso, o povo vive na miséria, sabe – se que, ninguém come publicidades, nem sequer balas ou armas de fogo. Recorre à empréstimos de vários países, somente para acudir suas necessidades que são ditas prioritárias, as necessidades sociais, ficam na quarta esquina da rua de Lourenço. Agitar as águas em torno da questão que vitima hoje essa nação à que chamamos Angola, e confrontar a verdade do País com as mentiras inventadas pelos actuais Governantes angolanos, é um acto de nobreza.

Diremos a finalizar que, o futuro de Angola está em risco, porque o Messias (enviado de Deus) tornou – se enviado do Diabo, em vez de dar pão ao povo, dá pedra, em vez de dar combustíveis as bombas, dá filas de carros e pessoas a pernoitarem nas bombas, em vez de dar qualidade de vida, dá morte nos hospitais, dá falta excessiva de combustíveis, dá falta de comida ao povo, dá falta de emprego, em vez de arranjar métodos inteligentes para acabar com a criminalidade, invertendo os factores condicionantes do crime em Angola, leva a vida toda a matar criminosos, chegaremos um dia que matarão doentes com ébola ou marburg por não terem métodos de tratar doenças nos Hospitais: JLO está prestes à afundar esse País. 

Haja luzes sobre as trevas!

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