Rostos completamente afligidos, fileiras enormes de viaturas como se fosse uma manada de leopardo em busca de água nos rios. A falta excessiva de combustíveis no País deixou o País de rastos, totalmente abandonado na tristeza.

A crise da distribuição de derivados de petróleos, associado à exiguidade de dólares, segundo o comunicado da Sonangol, parece claramente dar a ideia de que Angola se encontra sob sanções que inviabilizam a normal circulação da referida moeda no mercado angolano ou, fundamentalmente, nas transacções com o exterior.

Angola estacou completamente no impugno, a conjuração não se limita apenas à figura do ex – Presidente José Eduardo dos Santos, corre em contra mão, e ataca políticos como Abel Chivukuvuko.

Foi muito interessante ver um debate que aconteceu algures em Luanda entre Adalberto Costa Junior (presidente do grupo parlamentar da UNITA) e Archer Mangueira (ministro das Finanças). A parte que mais retive no debate é a que dá título a esta minha reflexão. Na verdade, é uma pergunta que já levantei noutras reflexões.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância alertou hoje para a "inadequada resposta humanitária" destinada a combater os efeitos da seca no sul de Angola, sinalizada como uma emergência desde janeiro de 2019.