Sou jornalista angolano colunista político, escritor e editor do jornal eletrônico Voz de Angola desde setembro de 2017
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O Banco Nacional de Angola (BNA)defendeu hoje que a participação de cinco bancos comerciais e da própria instituiçãono Sistema de Pagamentos da Comunidade SADC tem a vantagem de eliminar intermediários financeiros nas operações de liquidação.
Angola vai prestar uma contribuição financeira à Organização das Primeiras-Damas Africanas para o Desenvolvimento (OAFLAD), anunciou hoje o Presidente angolano, em Luanda, na cerimónia de lançamento da campanha "Construir Resiliência", sem revelar o montante.
O parlamento angolano aprovou hoje, na generalidade, a proposta de alteração à lei contra a violência doméstica, que inclui na tipicação de crimes o uso ilícito de sistemas e tecnologias de Informação, uniões forçadas e abandono de pessoas vulneráveis.
As ações da Unitel fecharam hoje a cair 12,95% no segundo dia de negociação na bolsa angolana, corrigindo a forte valorização da estreia, numa altura em que ainda recupera do ataque de que foi alvo.
O presidente da Associação Angolana de Internet (AAI) considerou hoje que o incidente com a UNITEL, maior operadora móvel do país, reforçou a ideia de que as telecomunicações e a internet são infraestruturas críticas nacionais.
Angola arrecadou 8,91 mil milhões de dólares (7,75 mil milhões de euros) com a venda de petróleo no segundo trimestre do ano, um aumento de 54,71% face ao período homólogo, anunciou hoje o Governo.
O pré-candidato à liderança do MPLA Higino Carneiro entregou no Tribunal Constitucional angolano uma providência cautelar para suspender a decisão do partido de rejeitar a sua candidatura, disse à Lusa uma fonte partidária.
O Grupo Parlamentar da UNITA anunciou que vai propor à Assembleia Nacional a criação de uma comissão de inquérito e a realização de audições parlamentares para apurar as causas do apagão generalizado que afectou os serviços de telecomunicações da UNITEL nos dias 28 e 29 de Julho.
Apesar da reposição gradual dos serviços após o ataque informático à Unitel, a maioria dos clientes continua sem conseguir fazer chamadas de telemóvel, ainda que já com acesso a dados móveis.
A UNITEL revelou que o ataque cibernético que afectou a sua infraestrutura tecnológica poderá ter sido deliberadamente desencadeado para perturbar o processo de admissão das suas acções à negociação na Bolsa de Dívida e Valores de Angola (BODIVA). A operadora considera existir uma coincidência temporal entre o incidente e a véspera do início da negociação dos títulos, não excluindo essa possibilidade entre as hipóteses que estão a ser investigadas.