O Governo norte-americano acrescentou Angola e Cabo Verde na lista dos países que precisam de pagar uma caução até 15.000 dólares (12.800 euros) para se candidatarem a um visto de negócios ou turismo (vistos B1/B2) para entrada nos Estados Unidos da América (EUA) a partir de 21 de janeiro, anunciou a administração norte-americana.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, impôs na terça-feira restrições parciais a cidadãos de mais 15 países, incluindo Angola, além de aumentar a lista de países sujeitos a uma proibição total de viagens.
Angola passa a pagar, a partir do dia 7 deste mês, uma taxa de 15% pela exportação dos seus produtos para os Estados Unidos de América (EUA), contra a tarifa inicial de 32%, no quadro da nova estratégia comercial adoptada pela administração do Presidente norte-americano, Donald Trump.
O `think-tank` Cedesa recomenda, num relatório divulgado hoje, que, perante a política externa "transacional e oportunista" de Donald Trump, Angola escolha entre uma "diplomacia de desinteresse" ou "agradar aos interesses privados" do Presidente americano.
O conselheiro da Embaixada dos Estados Unidos em Angola e São Tomé e Príncipe escusou-se hoje a comentar restrições na concessão de vistos a um conjunto de países, incluindo três lusófonos, admitindo existirem "discussões internas".
O ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, e o secretário para a Energia dos Estados Unidos da América, Chris Wright, manifestaram quinta-feira última, em Washington, o interesse dos dois países reforçarem a cooperação no domínio do petróleo e gás e dos minerais críticos.
A Comissão de Comércio Internacional dos EUA (USITC, na sigla em inglês) está a investigar as importações de silício metálico provenientes de Angola, Austrália, Laos, Noruega e Tailândia por alegado 'dumping'.
O novo secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, supervisionou a implementação da enxurrada de decretos do presidente Donald Trump referentes à nova política externa.
O presidente norte-americano, Joe Biden, vai estar em Angola entre 2 e 4 de dezembro. Um dos pontos altos da visita do líder dos EUA poderá ser a deslocação ao Lobito para verificar 'in loco' o desenvolvimento do corredor logístico que tem o nome desta cidade angolana.