O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, considerou hoje “uma pouca-vergonha” o comunicado do Governo angolano sobre realização de atividade do seu partido em zona de perigo de minas, no leste do país.
O presidente da UNITA (oposição) disse hoje que a contratação da espanhola Indra para a gestão logística e tecnológica eleitoral em 2027 reflete "medo" do Governo e acusou o MPLA (poder) de falta de pluralidade interna.
A UNITA considera que o problema da alegada manipulação das eleições em Angola não está ligado à empresa espanhola INDRA, recentemente seleccionada para fornecer soluções tecnológicas nas eleições gerais previstas para 2027, mas sim àquilo que classifica como a “natureza golpista” do regime político do MPLA.
O presidente da UNITA anunciou hoje que a Frente Patriótica Unida (FPU) foi registada como uma patente angolana e manifestou-se convicto de que esta plataforma de partidos "está mais potenciada" e vai ser poder em 2027.
O presidente da UNITA disse hoje que o partido “está vivo” e que enfrentou os 60 anos de existência com muita responsabilidade e resiliência, destacando a maturidade das bases que garantem a “pujança” à organização.
O presidente da UNITA acusou hoje o Governo angolano de transformar o sofrimento do povo numa estratégia política de governação e alertou que a pobreza extrema no leste do país alimenta um "cocktail' explosivo".
A UNITA (oposição) desafiou hoje o Presidente angolano, João Lourenço, a não abandonar o país, após as eleições gerais de 2027, manifestando-se confiante na vitória eleitoral e na constituição de um governo inclusivo e participativo.
A UNITA, maior partido da oposição em Angola, disse hoje que a larga maioria das propostas de lei submetidas ao parlamento pelo Presidente angolano “ofendem a Constituição”, prometendo agir para as travar.
A UNITA, principal partido da oposição angolana, condenou em termos “os atos de intolerância política” em Angola, acusando o regime de promover um “clima de medo nas populações”, sobretudo em períodos pré-eleitorais.
A UNITA na província do Huambo negou, esta sexta-feira, o envolvimento em actos de agressão física, que resultaram na morte da militante do MPLA, Ermelinda Luísa Nachivinda, 15 deste mês.