O jurista Rui Verde disse hoje que a candidatura de Higino Carneiro à liderança do MPLA (poder em Angola) pode ser decidida pelo Tribunal Constitucional (TC) ou pela PGR, após o Comité Central do partido a declarar nula.
O general angolano Higino Carneiro, que viu chumbada pelo partido a sua candidatura à liderança do MPLA, disse hoje que não vai tomar decisões precipitadas, mas vai continuar “a avaliar os caminhos que se apresentam”.
O Comité Central do MPLA rejeitou definitivamente, esta quarta-feira, 21 de Outubro, a candidatura de Francisco Higino Lopes Carneiro à presidência do partido, no âmbito do IX Congresso Ordinário. A decisão foi tomada em Luanda, durante a XI Sessão Ordinária do órgão deliberativo da formação política no poder.
Militante reconhece excessos nas críticas ao líder do partido, manifesta disponibilidade para a reconciliação e considera que a decisão do Tribunal Constitucional abriu caminho à reapreciação do processo disciplinar que levou à sua expulsão. Na mesma entrevista, defende a legitimidade da candidatura de João Lourenço e sustenta que os estatutos poderão permitir a sua permanência na liderança até 2028.
O Comité Central do MPLA vai analisar o recurso interposto por Higino Carneiro, pré-candidato à liderança do partido, após a rejeição da sua candidatura por supostas irregularidades.
Valdir Cônego, expulso do MPLA durante a 9.ª Sessão Ordinária do Comité Central deste partido, realizada em Outubro do ano passado, manifestou total apoio a João Lourenço no próximo congresso dos camaradas, caso venha a ser candidato único.
O Tribunal Constitucional (TC) julgou procedente o recurso apresentado por Valdir de Jesus do Sacramento Cónego e anulou a decisão de expulsão do Comité Central e das fileiras do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), partido no poder em Angola.
O pré-candidato à liderança do MPLA, Higino Carneiro, admitiu hoje pedir a impugnação das eleições no partido, no poder em Angola, se não forem respeitados os estatutos internos na corrida à liderança.
O pré-candidato à presidência do MPLA, Francisco Higino Lopes Carneiro, foi notificado da decisão do Tribunal Constitucional que julgou improcedente a providência cautelar apresentada a 24 de Julho, na qual era requerida a apreciação e suspensão da decisão da Subcomissão de Candidaturas que determinou a nulidade da sua candidatura ao cargo de presidente do partido.
O Tribunal Constitucional de Angola negou a providência cautelar apresentada por Higino Carneiro para suspender a rejeição da sua candidatura à liderança do MPLA (Movimento Popular de Libertação de Angola), segundo o acórdão conhecido hoje.