A Comissão Nacional Eleitoral (CNE) aprovou esta sexta-feira, em Luanda, o lema oficial das Eleições Gerais de 2027, que decorrerão sob a designação: “Angolanas e Angolanos, Todos ao Voto – Eleições Gerais 2027”.
A UNITA voltou a contestar o funcionamento da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), defendendo que as decisões aprovadas nas sessões plenárias do órgão eleitoral passem a estar sujeitas à fiscalização da Assembleia Nacional.
O parlamento angolano aprovou hoje a composição dos órgãos municipais da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), que passarão a ser compostos por 11 membros, sendo seis do MPLA (poder) e dois da UNITA (oposição), que contestou a deliberação.
A UNITA, maior partido da oposição, mantém o impasse sobre a indicação dos seus comissários para a Comissão Nacional Eleitoral (CNE), aguardando por uma decisão final do Tribunal Constitucional (TC) após ter recorrido de decisões anteriores que considerou ilegais.
Segundo o porta-voz da CNE, Manuel Camaty, hoje designado para o cargo, a CNE lançou, no final do ano passado, dez concursos públicos para a contratação de bens e serviços para as eleições gerais do próximo ano.
O comissário Manuel Sabonete Camati foi designado, esta quinta-feira, porta-voz da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), em substituição de Lucas Quilundo, actual juiz conselheiro do Tribunal Constitucional.
O secretário para os Assuntos Eleitorais da UNITA, Faustino Mumbika, negou as informações que dão conta de uma alegada decisão do maior partido da oposição em indicar os quatro nomes para a Comissão Nacional Eleitoral (CNE)
A UNITA, principal partido da oposição, em Angola, acusou hoje o Governo de fazer “vista grossa” à indigência e ao sentimento de revolta que cresce diariamente nos angolanos, considerando que o Estado falhou na sua missão essencial.
O MPLA (no poder) exortou hoje o Governo angolano a reforçar ações para travar o aumento da cesta básica e a garantir políticas de estabilização do mercado, para reduzir o impacto de medidas como a remoção da subvenção aos combustíveis.
Onze novos membros da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) angolana, designados pelos partidos MPLA (poder), PRS e FNLA (oposição), tomaram posse hoje no parlamento sob protestos da UNITA (oposição), que gritava “batota não” e “vergonha”.