A escalada do conflito militar no Médio Oriente surpreendeu os multimilionários que estavam no Dubai, incluindo Isabel dos Santos, a empresária angolana vive ali exilada há cerca de oito anos, impedida de sair devido a um mandado de captura internacional.
O presidente do Tribunal Supremo (TS), Norberto Sodré João, defendeu esta terça-feira, em Luanda, a melhoria urgente das condições de funcionamento dos tribunais e a redução da morosidade processual.
O procurador-geral da República de Angola afirmou esta terça-feira que Portugal já devolveu três milhões de dólares de um total de 20 milhões que estavam depositados em contas de cidadãos angolanos e que foram obtidos ilicitamente.
O bastonário da Ordem dos Advogados de Angola afirmou hoje que a corrupção instalada no poder judicial é “absolutamente lesiva dos interesses do país” e defendeu um resgate “urgente” da credibilidade da justiça, apelando à coragem de acolher as denúncias.
O Presidente angolano afirmou hoje que as sentenças dos tribunais nacionais não podem ser reavaliadas por tribunais estrangeiros e reiterou que Angola quer recuperar perto de dois mil milhões de dólares declarados perdidos a favor do Estado.
A criminalidade económico-financeira assumiu "expressão relevante" no sistema de justiça penal angolano em 2025, com 5.736 processos em fase de instrução, disse hoje o Procurador-Geral da República de Angola.
O Governo Provincial de Luanda anunciou, esta segunda-feira, a proibição da realização de eventos culturais e recreativos, espectáculos, bailes, festas e actividades religiosas em zonas residenciais, locais públicos e abertos em todo o território da cidade capital.
A economia angolana cresceu 5,70% no quarto trimestre de 2025, comparativamente ao período homólogo de 2024, com destaque para as atividades não petrolíferas, segundo dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
O bispo católico de Cabinda considerou hoje "incompreensiveis" as difíceis condições socioeconómicas das familias naquela província angolana, marcada por escassez de combustível, cortes de energia elétrica e alta de preços da cesta básica, alertando para possíveis tensões sociais.
A UNITA, principal partido da oposição angolana, condenou em termos “os atos de intolerância política” em Angola, acusando o regime de promover um “clima de medo nas populações”, sobretudo em períodos pré-eleitorais.