O Presidente angolano exigiu hoje a "libertação incondicional" do presidente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira, detido na sequência do golpe militar na Guiné-Bissau que se seguiu às eleições.
O procurador-geral da República, Hélder Pitta Gróz, disse hoje, no Huambo, que o processo que envolve a empresária Isabel dos Santos já se encontra no Tribunal, aguardando apenas a marcação da data para o início do julgamento.
O Governo angolano considerou "politicamente necessária a proposta de lei contra Informações Falsas na Internet, aprovada hoje no parlamento na generalidade, com votos contra da UNITA (oposição), referindo que o diploma visa responsabilizar os amplificadores da desinformação.
O MPLA rejeitou hoje um alegado silenciamento de vozes críticas à governação em Angola e garantiu existir pluralidade e democracia, considerando “difamatória” a hipótese de um terceiro mandato do atual Presidente, João Lourenço.
A UNITA (oposição angolana) disse hoje que Angola vive um ambiente de "degradação" das instituições e empobrecimento das familias e empresas, considerando que o papel de um Presidente da República "não é aumentar a pobreza do povo.
O parlamento angolano aprovou hoje em votação final a proposta de lei sobre o Estatuto das Organizações Não-Governamentais (ONG) com votos contra da UNITA (oposição), considerando que esta "restringe" a liberdade de associação.
O Governo brasileiro decidiu alargar de dois para cinco anos a validade de vistos de visita de angolanos ao país sul-americano, medida que entra em vigor a 01 de fevereiro, noticiou hoje a imprensa de ambos os países.
O núncio apostólico em Angola anunciou hoje uma visita do Papa Leão XIV ao país, estando o programa e a data ainda a ser acertados com as autoridades angolanas.
O vice-presidente da Associação Nacional dos Taxistas de Angola (ANAΤΑ), acusado de terrorismo após a greve de transportes de julho de 2025, foi libertado e viu o processo arquivado, disse hoje à Lusa o seu advogado.
O Governo Provincial de Luanda (GPL) autorizou a realização uma marcha contra o abuso sexual de mulheres e crianças, marcada para sábado, mas propôs alterar o percurso, mudança rejeitada pelos organizadores por falta de fundamentação.