Numa lista de 183 analisados, Angola, com um resultado de 32, aparece em 120º, o mesmo de 2024, ao lado da Tailândia, sendo que é Cabo Verde que melhor representa os Palop neste índice em que quantos mais pontos conta, melhor surge representado o país.
Casos como os de Angola graças às medidas tomadas para combater a corrupção, são valorizados, mas, apesar dos progressos da última década, o relatório aponta o sentimento da população: "muitos angolanos classificam os esforços anticorrupção do Governo como insuficientes e acreditam que as pessoas comuns correm o risco de sofrer represálias por denunciarem a corrupção".
Como sempre, com mais pontuação, no topo da lista, surgem os países do Norte da Europa, sendo a Dinamarca que lidera com 89 pontos.
Como nas restantes, esta 31ª edição do IPC aponta especialmente para a percepção da corrupção no sector público, sendo que para comparação ficam os 62 pontos obtidos por Cabo Verde contra os 32 de Angola.
Enquanto isso, São Tomé e Príncipe soma 43 e a Guiné-Bissau 21, os mesmos de Moçambique.
O relatório, no que diz respeito a Angola, país que tem mantido uma melhoria anual, subindo 17 pontos em cerca de uma década, aponta como sendo a percepção popular que o Governo não fez o suficiente quando se compara com as expectativas criadas aquando da chegada ao poder de João Lourenço, em 2017.





