Face à condição de desempregados em que se encontram muitos encarregados de educação, muitos alunos deveriam ser transferidos dos colégios privados para as escolas públicas, já que não conseguem pagar as mensalidades.
Um grupo de pais e cooperantes da cooperativa que gere a Escola Portuguesa de Luanda (EPL) acusa a direção de incumprimentos ao nível da observação dos estatutos, o que esta nega falando numa tentativa de tomada de poder.
A multinacional DP World Luanda, empresa que gere e opera a concessão do Terminal Multiusos do Porto de Luanda, abriu nesta semana as candidaturas para a formação técnica de jovens licenciados e mestrandos em Finanças, Marketing e Engenharia.
A polícia angolana dispersou hoje com tiros e lançamento de gás lacrimogéneo uma manifestação de estudantes que protestavam em Luanda contra a subida de propinas e emolumentos nas instituições de ensino, uma marcha que começou de forma pacífica.
O Movimento dos Estudantes Angolanos (MEA) anunciou hoje uma manifestação nacional, agendada para 17 de abril, contra a "subida de propinas e emolumentos" e a "falta de qualidade de ensino" nas instituições públicas e privadas de Angola.
O Presidente da República, João Lourenço, autorizou, nesta sexta-feira, o reinício das actividades lectivas presenciais no ensino pré-escolar, em todas as instituições de educação e ensino do país,
O Governo angolano decidiu suspender a retoma da atividade letiva presencial no ensino pré-escolar, que estava prevista para 15 de março, informou hoje o ministro de Estado e da Casa Civil do Presidente da República.
O Movimento de Estudantes Angolanos (MEA) denunciou hoje a detenção de alguns estudantes da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Agostinho Neto, que tentavam manifestar-se contra a subida “abusiva” de preço dos emolumentos.
Alunos do ensino primário em Angola regressaram hoje às escolas, quase um ano depois de as aulas presenciais terem sido suspensas devido à covid-19, com alguns pais ainda receosos e outros confiantes no cumprimento das medidas de segurança.
O Sindicato Nacional dos Professores (Sinprof) angolanos considera "ilegal" o decreto executivo nº01/21 de 14 de janeiro da ministra da Educação, que aprova exames extraordinários, afirmando que a medida é "elitista, mercantilista" e visa "privilegiar colégios privados".