O quatro de fevereiro é uma data memorável, reservada pelo sentimento de luta e de renascimento do País. Neste ângulo, a vinda de Sua Excelência Senhor Presidente da República de Angola Digníssimo Dr. João Manuel Gonçalves Lourenço, pagou para Angola o acontecer de uma nova, caracterizada pelo renascimento do angolano no angolano, de Angola em África, por uma pátria contrária ao passado, onde a corrupção é vista como um vírus de prejuízo capital sobre a economia de mercado, sobre o progresso do País, sobre o crescimento individual de cada um de nós angolanos, colocando em causa a imagem do País na óptica internacional e fazendo do fossilismo a palavra fundamental para expuser Angola.

O título deste texto parece estranho e até contraditório. Como é que alguém já falecido estaria preso? Antes de desenvolver o assunto, permitam-me, por introito, fazer uma nota prévia.

O Orçamento Geral do Estado (OGE)  foi hoje dia 18/01 aprovado na generalidade com 144 votos a favor, 56 abstenções e nenhum voto contra. Marca o início de um novo ciclo, sendo também o primeiro orçamento sem nenhum voto contra, considerado como orçamento de transição entre a anterior gestão sobre a égide o ex-presidente José Eduardo dos Santos para a nova Gestão tendo a testa João Lourenço.

A proposta de Orçamento Geral do Estado 2018 dá 77,2 mil milhões Kz à Casa de Segurança da República, o equivalente a mais de 350 milhões USD considerando o câmbio médio de 2018 com que o Governo está a trabalhar.

Como é do conhecimento público, existe já uma proposta de lei que servirá de suporte jurídico ao Governo do Presidente João Lourenço na implementação do plano de repatriamento de capitais angolanos que se encontram no estrangeiro (cerca de 30.000.000.000.00 [trinta mil milhões de dólares, segundo o Banco Nacional de Angola, BNA]).